Aos homens que querem mais, e não sabem o que ou porque.
Homens fracos, covardes, sedentos de prazer, querendo não querer.
Perdem por não tentar, solitários fins, afim, por fim fica assim.
Príncipes perdidos no subúrbio obscuro.
Buscam o que a sociedade impõe.
E continuam quereno mais, e mais, e muito mais... Mas não sabem o que. Só querem pra ter.
Estranho, excêntrico, com algumas tatuagens e uma carreira pela frente.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Palavras alternadas de uma mente conturbada
Não diria que com tanta facilidade seja covardia
É como se materialismo fosse mais saudável o que espiritualismo
O ego grita, compaixão não sente
O chão leva o peso, a água escorre negra
Os passos somem na alvorada do entardecer
As mãos calejadas do suor em covardia
Meu olhar para alguns pode ser insano
Mas um tal sábio, sábio é de loucuras alternadas
A aqueles quem vive a impressionar, uma hora cai só
Lastimando o passado cuspido, tendo o só então
O futuro sim, é para os fortes de emoção
Partiu em frente sem uma hora pra retorno
Disse "Adeus" sem nem dar "Tchau"
Um velho na esquina, um timbal e uma viola
Não se é tão comum
Uma vida, três lados, eqüilátero mundo assim
Roda um, dois, três, sem ter vez
Nascer da água, ter um filho pra criar
Descobrir o que é amar, como se ama, como se tem
Pois aqui é o lugar
É como se materialismo fosse mais saudável o que espiritualismo
O ego grita, compaixão não sente
O chão leva o peso, a água escorre negra
Os passos somem na alvorada do entardecer
As mãos calejadas do suor em covardia
Meu olhar para alguns pode ser insano
Mas um tal sábio, sábio é de loucuras alternadasA aqueles quem vive a impressionar, uma hora cai só
Lastimando o passado cuspido, tendo o só então
O futuro sim, é para os fortes de emoção
Partiu em frente sem uma hora pra retorno
Disse "Adeus" sem nem dar "Tchau"
Um velho na esquina, um timbal e uma viola
Não se é tão comum
Uma vida, três lados, eqüilátero mundo assim
Roda um, dois, três, sem ter vez
Nascer da água, ter um filho pra criar
Descobrir o que é amar, como se ama, como se tem
Pois aqui é o lugar
sábado, 22 de outubro de 2011
Assim, sem você
Eu já não quero mais entender
O motivo de tanto silêncio
Meu grito clama tua boca
Que se tornou tão peculiar
O motivo de tanto silêncio
Meu grito clama tua boca
Que se tornou tão peculiar
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Intimidade
Nossos olhares no canto do quarto
Nosso afago entregue ao silêncio
Teus lábios sobre meu peito
Nada é tão aprazível como eu e você
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Bem vindo ao futuro!
Tantas telas jogadas ao chão
Toda cólera bebida em vão
E o copo de lástima tragado com o nó
Belezas externas predominam, ofuscando princípios
Se passa primavera, as flores murcham sem ninguém extirpar
Uma alma alí no canto
Inerte de fome, por um copo de ácido, por um prato de pão
Freguês do livre arbítrio, entregue a vida fácil, estouvado
Mundo, fim apocalíptico
Sangrando por amor, clamando o prazer da carne
Aqui vivemos, aqui podemos melhorar
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Entre olhares e sussurros
Queria eu poder decifrar coisas que sinto e que minha mente não alcançaDecifrar teus anseios, teu sorriso
Saber viver sem ilusão, sonhar sem emoção
Cabe a mim ser o que fui, te tornar pra mim
Ser poeta racional, ao invés de sentimental
Jogar tua roupa ao chão, calar tua boca e me jogar por cima de ti
Ridicularizar cenas de amor, sentir teu halito puro
Queria eu poder decifrar o que sentes e te mostrar o melhor dos prazeres
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Vai
Vai
Leva contigo as boas e más lembranças
Segue tua estrada sem ter que olhar pra traz, mas com as cicatrizes trazidas no corpo, na alma e na mente
Aprende que nesta vida castelos são construídos em rochas, deixa a areia pra onda que leva e traz vários grãos
Vai e segue teu caminho sabendo que os amores de verdade duram enquanto duram e não se acabam
Colhe teus frutos cativados nesta vida para que não possa morrer de amor, e sim viver dele
Não deixes que sentimento nenhum nesta vida possa ser maior que ti, aprende a degusta-los sem se embriagar
A embriagues é inconsciente, deixa isso pra os tolos que tem preguiça de descobrir o que é viver
Vai pelo caminho mais longo
E mesmo que te canse, este é o que te deixa forte, frio e alerta
Caminha pelos trilhos do trem, conhece o mar, e abre os braços de frente pra a linha do horizonte
Descubra quem é o homem, quem é Deus e o que Deus quer de ti
Descobre o que Deus quer de ti
Vai
E não se esqueça de se arrepender do que poderia ter feito e de quem derramou lágrimas por ti
Vai ser gente
Vai saber o que é a dor
Vai viver como homem
Vai sentir saudade e descobrir o verdadeiro amor
Não perde tempo que o tempo pode ir sem passar pelos teus olhos e roubar tuas lembranças
Vai sentir como é o sabor da chuva, carrega um violão e faz melodias
E descobrir se as vezes é bom deixar a razão de lado mesmo que te doa um pouco
Cria seus anticorpos e descobre o que é ser gente
Leva contigo as boas e más lembranças
Segue tua estrada sem ter que olhar pra traz, mas com as cicatrizes trazidas no corpo, na alma e na mente
Aprende que nesta vida castelos são construídos em rochas, deixa a areia pra onda que leva e traz vários grãos
Vai e segue teu caminho sabendo que os amores de verdade duram enquanto duram e não se acabam
Colhe teus frutos cativados nesta vida para que não possa morrer de amor, e sim viver dele
Não deixes que sentimento nenhum nesta vida possa ser maior que ti, aprende a degusta-los sem se embriagar
A embriagues é inconsciente, deixa isso pra os tolos que tem preguiça de descobrir o que é viver
Vai pelo caminho mais longo
E mesmo que te canse, este é o que te deixa forte, frio e alerta
Caminha pelos trilhos do trem, conhece o mar, e abre os braços de frente pra a linha do horizonte
Descubra quem é o homem, quem é Deus e o que Deus quer de ti
Descobre o que Deus quer de ti
Vai
E não se esqueça de se arrepender do que poderia ter feito e de quem derramou lágrimas por ti
Vai ser gente
Vai saber o que é a dor
Vai viver como homem
Vai sentir saudade e descobrir o verdadeiro amor
Não perde tempo que o tempo pode ir sem passar pelos teus olhos e roubar tuas lembranças
Vai sentir como é o sabor da chuva, carrega um violão e faz melodias
E descobrir se as vezes é bom deixar a razão de lado mesmo que te doa um pouco
Cria seus anticorpos e descobre o que é ser gente
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